RESERVA BOSQUE DOS JEQUITIBÁS.

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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

CAMPINAS TERÁ R$ 1 BI DE PORTUGUESES PARA INVESTIR.

A demanda por condomínios e galpões industriais vai crescer com a ampliação de Viracopos e com o trem- bala.

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INVESTIMENTOS!!!

O Banif Banco de Investimento está estudando a implantação de um fundo de investimento imobiliário de R$ 1 bilhão, específico para Campinas, informou ontem (09/08) o presidente da Companhia de Desenvolvimento do Polo de Alta Tecnologia de Campinas (Ciatec), Luiz Carlos Rocha Gaspar. A proposta do banco é investir em empreendimentos imobiliários de porte. “Temos uma capacidade enorme para absorver esses investimentos. Há espaço para empreendimentos na construção civil tanto na área habitacional para a classe média como para o segmento de alto padrão, no setor industrial, de serviços”, disse.
O banco integra o Grupo Banif, um conglomerado financeiro com sede em Portugal e ações negociadas na Euronext, com 27 empresas atuando no setor financeiro e segurador, apoiado por uma rede de distribuição e operação internacional.
O fundo de investimento imobiliário deverá ser constituído de modo tradicional, ou seja, sob a forma de condomínio fechado, cujo patrimônio é destinado a aplicações em empreendimentos imobiliários. As quotas desses fundos, que não podem ser resgatadas, são registradas na Comissão de Valores Imobiliários (CVM), podendo ser negociados em bolsa de valores ou no mercado de balcão (as transações são realizadas por telefone entre instituições financeiras).
Há algum tempo, disse Gaspar, Campinas vem mantendo contado com o banco de investimentos mostrando as potencialidades da cidade no mercado mobiliário e de base tecnológica. “No encontro empresarial realizado no início de julho, em Estoril (Portugal), voltamos a nos reunir e, em meados de julho, participamos de um evento organizado pelo Banif em São Paulo, que reuniu empresários espanhóis do setor de tecnologia interessados na cidade como porta de entrada para os negócios no Brasil”, disse.
O banco tem uma oferta de serviços especializados nas áreas de crédito, poupança, investimentos, leasing e seguros, concretizados em um portfólio diversificado de produtos e negócios. O Banif já atua em Campinas com uma financeira instalada na Avenida Moraes Salles. A proposta, afirmou Gaspar, não é abrir agência em Campinas, mas ter um fundo de investimentos para aplicação nesse mercado da cidade. O banco informou que não irá, por enquanto, comentar o assunto.
Para o diretor regional do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), Luiz Cláudio Amoroso, as oportunidades de investimentos imobiliários em Campinas são muito grandes. “Temos muitas demandas no setor industrial e comercial, e a expectativa da chegada do trem de alta velocidade (TAV) está aquecendo ainda mais o mercado da construção civil”, afirmou. Segundo o diretor, as oportunidades para os investidores portugueses são ainda maiores, uma vez que a construção civil vive momentos de crise naquele país.
O banco de investimento do grupo atua no Brasil por meio do Banif Banco de Investimento S.A., da Banif Corretora de Valores e Câmbio S.A. que atua sob a marca Banif Securities, da Banif Gestão de Ativos (Brasil) S.A., da Banif Investment Managers e da Beta Securitizadora S.A.
“Temos mostrado constantemente os fatores competitivos da cidade, como oferta de mão de obra qualificada, proximidade com São Paulo, um aeroporto com voos para a Europa, universidades e política de incentivos fiscais”, afirmou o presidente do Ciatec.
O presidente da Associação Regional da Habitação (Habicamp), Francisco de Oliveira Lima Filho, disse que há muitas oportunidades de negócios no setor imobiliário de Campinas, tanto habitacional quanto comercial e industrial. “Temos demanda grande por galpões industriais, por exemplo, e isso vai crescer mais ainda com a ampliação do Aeroporto Internacional de Viracopos e a chegada do TAV”, afirmou.

Fonte: cosmo


sexta-feira, 6 de agosto de 2010

POUPANÇA PODE NÃO SUPORTAR ALTA DO CRÉDITO HABITACIONAL EM 2013.

Fonte: dreamstime

O alerta é da Abecip, entidade de financiamento imobiliário, que cresceu 76% e atingiu um volume de R$ 23,8 bilhões no 1º semestre.

O saldo da poupança pode ser insuficiente a partir de 2013 para comportar a forte demanda por imóveis no Brasil, alertou nesta quinta-feira o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Luiz Antonio França, durante seminário do setor. A estimativa foi feita com base no descompasso entre a projeção de crescimento do crédito imobiliário e da captação da poupança. Para 2010, a estimativa é que os empréstimos habitacionais com recursos da poupança cresçam 50% e atinjam R$ 57 bilhões, ante uma expansão de 18% da poupança, informou França.
Apenas no primeiro semestre deste ano o volume de financiamentos habitacionais com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiu R$ 23,8 bilhões, um aumento de 76% em relação aos empréstimos realizados no mesmo período do ano passado, de R$ 13,5 bilhões. Esses recursos foram utilizados para financiar 188 mil unidades.
Somados os recursos do FGTS, foram liberados R$ 34,7 bilhões para a habitação no primeiro semestre deste ano. O montante pode atingir R$ 76 bilhões até o final do ano, segundo a Abecip.
Fontes alternativas
Hoje a poupança dispõe de cerca de R$ 300 bilhões aplicados, mas se mantiver seu ritmo de captação, que somou R$ 30,4 bilhões em 2009, este montante não atenderá às necessidades de crédito imobiliário nos próximos anos. A projeção da Abecip é que os empréstimos para habitação atinjam R$ 520 bilhões em 2014.
A força do setor imobiliário e as limitações do saldo da caderneta de poupança mostram a necessidade de procurar fontes alternativas para financiar a aquisição de imóveis, disse França. "Hoje nós fazemos empréstimos de 30 anos a partir de recursos da poupança, que as pessoas podem retirar em 30 dias."
A alternativa, segundo ele, está no mercado de securitização, responsável pela conversão de ativos imobiliários em títulos financeiros, como os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).
No Brasil, esses títulos respondem por apenas 2,3% do montante emprestado para a habitação, afirmou Fernando Brasileiro, presidente da Cibrasec, uma das líderes de securitização no país. A expectativa de Brasileiro é que sejam emitidos mais de R$ 6 bilhões em CRIs neste ano.






CASOS DE SUPERSTIÇÃO EXPLÍCITA ANTES DA COMPRA OU ATÉ MESMO DO ALUGUEL DE UM IMÓVEL.

Fonte: dreamstime

Quem está em busca de um imóvel, seja para comprar ou alugar, sabe que o negócio, quando fechado, é uma espécie de divisor de águas. Pois há gente que, diante dessa nova fase da vida, recorre à numerologia, consulta gurus espirituais e faz até promessa, como mostra reportagem de Flávia Monteiro publicada no GLOBO deste domingo. Todos os esforços são válidos, segundo a médica que desfez uma compra ao constatar que o número do imóvel era sinônimo de mau presságio ou o arquiteto que só fechou o negócio depois de checar a fase da lua. O importante, dizem eles, é atrair boa sorte e afastar o olho gordo.
Há quem acredite que a simples soma do número da casa ou do apartamento pode dar pistas sobre a energia que paira sobre o lugar. Depois de fechar o negócio - a compra de um imóvel de número 509 -, a médica Adriana Borges se deparou com a má sorte imposta pelo resultado da combinação dos números. O jeito foi recorrer ao corretor Leonardo Vaisman, para trocar a unidade.
- Não me surpreendo mais com nada: já deixei de vender um imóvel para uma senhora porque a vizinha de frente tinha um gato preto - diz o corretor.
E se os indianos costumam consultar os astros antes de comprar um imóvel ou fechar um negócio, o brasileiro Antônio Luiz Messeder recorre às fases da lua. Em busca de um inquilino para a sua sala comercial, o arquiteto e urbanista pediu ao corretor que retirasse o imóvel da carteira de vendas da imobiliária durante a lua minguante:
- A lua tem uma influência muito grande em nosso cotidiano, mas esse conhecimento caiu no esquecimento. Não faço ou inicio qualquer negócio na lua minguante, pois a energia não é boa. O mais indicado é começar qualquer projeto na lua crescente.
Especializada em imóveis de alto luxo, a diretora da Central Imóvel, Bianca Carvalho, recorda alguns casos que deixaram surpresos os corretores. Um deles foi o de um cliente que estava em busca de um imóvel no Leblon.
- Encontramos um apartamento que atendia a todas as suas necessidades, mas ao ser informado de que o imóvel ficava na Rua Cupertino Durão, ele não quis nem ver. Alegou que, como o nome da rua remetia à dureza e pobreza, seria um mau presságio - conta Bianca.

Fonte: oglobo





sexta-feira, 30 de julho de 2010

COMO GANHAR DINHEIRO COM IMÓVEIS.

Fonte: dreamstime

Boa notícia para quem gosta de investir em imóveis: o mercado está em alta. O preço de imóveis novos e usados, residencial ou comercial, está subindo.
A má notícia: justamente por estar em alta, quem pretende investir neste setor vai pagar caro por isso.
E a explicação financeira é bem simples. Os juros devem começar a cair, o que vai afetar a rentabilidade dos investimentos em renda fixa atrelados a eles.
“Muita gente busca nos imóveis uma rentabilidade que não vai conseguir em outro lugar, com pouco risco”, diz o economista Claudio Gonçalves, da Planning Consult.
Residencial ou comercial?
Para Gonçalves, o pulo do gato é o básico comprar-barto-e-vender-caro. Acertando isso, tanto faz se o destino do imóvel for para servir de residência ou para ser a sede de uma empresa.
Mas como acertar na compra? “É preciso estar antenado com o mercado”, afirma Gonçalves. “Conversar com corretores e ficar de olho em bairros que estão recebendo infraestrutura.”
Para Roseli Hernandes, diretora comercial da Lello Imóveis, empresa de locação, vendas e administração de imóveis, grandes obras como Metrô e Rodoanel também valorizam uma região.
“A infraestrutura está valorizando apartamentos e casas em Natal, Tocantins e Fortaleza”, diz Hernandes.
Imóveis pequenos
De qualquer forma, ela ressalta alguns imóveis que têm mais procura do que outros.
“Para moradia, o melhor são os imóveis com dois ou três quartos e pequenos, com 60 metros quadrados. E os galpões pequenos, com 250 metros quadrados, também têm melhor saída”, diz Hernandes.
Isso porque quanto menor o imóvel, menores serão os custos fixos (como condomínio e limpeza) para mantê-lo.
Muito investidor busca imóveis que já tenham um locatário certo. “Tem gente que quer imóvel com inquilino”, diz Hernandes. “Outros só fecham contratos longos, de pelos menos três anos.”
Retorno
Se for para alugar, o valor mensal médio cobrado pelo dono do imóvel equivale a 0,5% do preço do imóvel. Mas, segundo Hernandes, o mercado está cobrando pelo menos 0,7% ao mês.
“O que a gente vê é que em quatro anos ou um pouco mais o investidor já tem lucro, ou seja: já recuperou o investimento feito”, afirma Hernandes. “Só para ter uma idéia, os imóveis na Mooca (zona leste de São Paulo), valorizaram 100% em cinco anos.”
Para diminuir o risco, o ideal é não investir em um só tipo de imóvel, num único bairro. Tampouco depender apenas de um inquilino. “É preciso diversificar, e essa regra vale para qualquer investimento”, afirma a diretora da Lello.
O economista Claudio Gonçalves faz outro alerta. “A alta dos imóveis não vai durar para sempre. São Paulo, por exemplo, deve suportar mais uns quatro anos de valorização”, diz.






quarta-feira, 28 de julho de 2010

CUSTO DA CONSTRUÇÃO DEMINUI EM JULHO.

Fonte: dreamstime

O Índice Nacional de Custo da Construção-M (INCC-M), calculada pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou variação de 0,62% em julho, taxa abaixo da verificada no mês anterior (1,77%). No acumulado do ano a variação é de 5,95% e nos últimos 12 meses de 6,57%. Segundo a coordenadora de projetos da (FGV/Ibre), Ana Maria Castelo, o que chama atenção no resultado deste mês é o fato da desaceleração ter ocorrido em todos os componentes da cesta.
De acordo com os dados, o grupo materiais, equipamentos e serviços teve variação de 0,48%, enquanto no mês anterior foi de 1,02%. A mão de obra variou 0,77% em julho e 2,59% em junho. A taxa de serviços passou de 0,92% para 0,27%. “A desaceleração da mão de obra era esperada porque no mês anterior o índice deu um salto por conta dos efeitos do acordo coletivo de São Paulo, que tem o maior peso entre as capitais, e Rio de Janeiro”, disse.
Segundo Ana Castelo, na cesta que compõe materiais e equipamentos, observa-se que o recuo foi acentuado em boa parte dos itens, exceto no de materiais de acabamento que passou de 0,38% para 0,30%. Ela destacou ainda os aumentos em instalação hidráulica (de 0,16% para 0,19%) e esquadrias e ferragens (de 0,02% para 0,58%).
“Os aumentos da cesta de materiais têm sido pontuais, alguns materiais que em determinado período vem puxando o aumento. Não estamos observando por enquanto uma disseminação, um movimento generalizado de aceleração na cesta de materiais. Provavelmente a desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) esteja contribuindo para isso”, afirmou.

Fonte: DCI




sexta-feira, 7 de maio de 2010

OS TIPOS DE GARANTIA LOCATÍCIA.

Caução, seguro-fiança ou fiador? Veja quais são as características de cada um deles.

Assinar o contrato e firmar o compromisso de aluguel fazem parte da etapa inicial da relação entre inquilino e locador. E uma das partes mais importantes do documento é a forma de garantia de locação. As mais usadas são: fiador, seguro-fiança e caução. A escolha vai depender da preferência das partes ou do sistema de trabalho da imobiliária. “Estima-se que 50% das locações residenciais na capital são garantidas por fiança de 15% a 20% utiliza seguro-fiança”, explica Jaques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Sindicato da Habitação de São Paulo (SP). “O restante usa garantia caução ou não tem garantia nenhuma”, acrescenta. “Elas são muito importantes em todos os casos, mas é importante lembrar que cerca de 70% dos imóveis residenciais alugados em São Paulo pertencem a pessoas que têm no aluguel uma renda mensal que pode ficar comprometida quando falta o pagamento do inquilino.” No sistema de fiador, é preciso encontrar uma pessoa disposta a cumprir esse papel no contrato de aluguel. “Hoje em dia está cada vez mais difícil encontrar alguém que queira ou que possa ser fiador porque é preciso mostrar uma lista de bens e comprovar renda, que gera um constrangimento”, afirma o diretor do Secovi. Outra característica é a demora para conclusão do negócio até a análise completa do perfil do fiador, que demora alguns dias. Para o locador a garantia é boa, mas se o inquilino não pagar o aluguel há uma demora para concretização do acerto das contas com o fiador. “O locador vai ter de entrar em ação judicial, que costuma ser demorada até chegar a cobrar do fiador e a demora pode ser se dois ou três anos”, afirma Bushatsky. O seguro-fiança é oferecido por seguradoras e consiste no pagamento mensal de um prêmio para cobrir as despesas em caso de falta de pagamento do inquilino. É uma modalidade de garantia em que o locador do imóvel recebe a indenização rapidamente em caso de atraso nos pagamentos do inquilino. Basta o dono do imóvel ou imobiliária notificar a falta do pagamento para que o ressarcimento seja feito em poucos dias. O pagamento do seguro pode ficar a cargo do inquilino ou do locador, depende do contrato, mas quando essa informação não está explícita no contrato o ele deve ser feito pelo inquilino. Uma desvantagem é o valor do seguro-fiança, que pode custar o valor de um aluguel a um aluguel e meio por ano. “Como o valor é alto, as seguradores têm oferecido o pagamento em até 10 parcelas”, afirma Bushatsky. O depósito em dinheiro feito em garantia do aluguel é o chamado sistema caução. Nele, o inquilino deposita um valor em dinheiro ao qual o locador terá acesso em caso de falta de pagamento. Por lei, o valor é limitado a três vezes as despesas mensais (aluguel+condomínio+IPTU).O tempo de resgate do valor pelo dono é de cerca de sete meses por conta da nova lei do inquilinato. Já no sistema sem garantia definida, quando o inquilino deixa de pagar, o locador pode pedir uma liminar com pedido de despejo por falta de pagamento. “O processo leva em torno de dois meses contando com a distribuição do processo no Fórum, a visita do oficial de Justiça até a decisão de despejo, quando o imóvel é recuperado e pode ser colocado para locação novamente.” E.T.
Fonte: jornaldatarde 

CONSTRUÇÃO CIVIL > NOVAS REGRAS.


Construção civil deverá seguir novas normas de segurança e conforto para moradores a partir deste mês.

Para quem recebe a reclamação, pode parecer um capricho. Mas a verdade é que o barulho do salto alto da vizinha do andar de cima ou da descarga de quem mora ao lado podem incomodar tanto que fica impossível tirar um cochilo. Em muitos prédios, são comuns as reclamações dos ruídos dos apartamentos próximos. Para eliminar problemas como esses, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) lança a 'Norma Brasileira de Desempenho de Edifícios' (NBR 15575), voltadas a empreendimentos novos de até cinco pavimentos, que entrará em vigor a partir do dia 12 de maio. O propósito é melhorar a qualidade dos imóveis no mercado.
Instalações hidrossanitárias, estruturas, pisos, fachadas e coberturas, itens que geram muitas dores de cabeça em condomínios, terão novos parâmetros. De acordo com o superintendente do Comitê Brasileiro de Construção Civil da ABNT, Carlos Borges, os materiais e sistemas estruturais terão especificações de acordo com o tipo de construção.
- Os requisitos envolvem segurança estrutural, segurança contra incêndio, desempenho térmico, de iluminação e acústico, manutenção e conforto tátil, entre outros. A tradução das necessidades humanas é uma tarefa complexa, pois as pessoas têm exigências que são diferentes, crescentes, variáveis e que dependem ainda da expectativa que o consumidor tem da empresa que ele adquire um imóvel - diz o superintendente.
As normas ditam um desempenho mínimo, podendo os moradores e projetistas usá-las como um parâmetro para aferir a qualidade das construções. A avaliação do desempenho acústico e térmico, por exemplo, poderá ser realizada através de ferramentas até hoje não muito usuais, como softwares. Segundo o presidente da Comissão de Materiais do Sinduscon-Rio, Lydio Bandeira de Melo, o mercado formal está se mobilizando para atender às novas normas.
- A ABNT define que materiais são mais recomendados para cada tipo de construção. Há indicações também em relação à espessura mínima da parede e ao tipo de revestimento, procurando tornar o imóvel mais confortável ao morador e reduzir os riscos de infiltrações ou rachaduras. E há muita coisa nova por aí que deverá suplantar o lado conservador de alguns construtores - explica Bandeira.
Borges, que coordenou a elaboração da norma de desempenho, explica que ela não tem força de lei, mas que os padrões fixados pela entidade são usados como parâmetro em ações de defesa do consumidor.
Fonte: oglobo