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sábado, 5 de janeiro de 2013

IMÓVEIS VALORIZAM 13,7% EM 2012 > VEJA ONDE A ALTA FOI MAIOR.

Alta nos preços dos imóveis anunciados superou a inflação em todas as cidades, exceto no Distrito Federal.



Recife foi a cidade com maior alta, entre as capitais.

O preço do metro quadrado dos imóveis anunciados no país teve valorização média de 13,7% em 2012, bem acima dos principais índices de inflação brasileira. A maior alta ocorreu em Recife, onde o metro quadrado teve alta de 17,8%, seguida de São Paulo (+15,8%) e Rio de Janeiro (+15,0%). Apenas no Distrito Federal a alta no preço dos imóveis anunciados ficou abaixo da inflação. No mês de dezembro, a variação média voltou a acelerar: os imóveis anunciados tiveram alta de 1,0%. As informações são do Índice FipeZap.

Apesar da alta expressiva, 2012 foi um ano pior para os imóveis comparado a 2011. No ano anterior, o preço do metro quadrado dos imóveis anunciados havia aumentado, em média, 26,3% no Brasil, praticamente o dobro.

A valorização dos imóveis na capital paulista em dezembro foi de apenas 0,8%, a menor variação mensal desde o início da série histórica, em janeiro de 2008. A valorização média acumulada nesse período foi de 159%. Já no Rio, a alta mensal foi de 1,0%, com uma valorização de 194% acumulados desde janeiro de 2008.

Veja na tabela a seguir onde os imóveis anunciados mais aumentaram de valor, onde tiveram a maior variação e a comparação com os índices de inflação no ano:
RegiãoVariação em 2012DezembroNovembroPreço médio do metro quadrado (R$)
Recife17,80%0,40%0,40%5.536
São Paulo15,80%0,80%1,20%7.017
Rio de Janeiro15,00%1,00%0,90%8.616
Composto Nacional13,70%1,00%0,90%7.049
Fortaleza11,10%0,60%-1,00%4.814
Salvador10,00%2,10%1,20%3.935
Belo Horizonte9,40%1,10%1,00%4.953
IGP-M7,81%0,68%-0,03%-
IPCA5,73%*0,69%*0,60%-
Distrito Federal4,00%1,50%-0,20%8.163
(*) Estimativa
Fontes: Banco Central e Índice FipeZap
Veja também, para o Rio e para São Paulo, quanto valorizou cada tipo de imóvel desde o início da série histórica em janeiro de 2008:
Tipo de imóvelRio de JaneiroSão Paulo
1 dormitório213%180%
2 dormitórios189%170%
3 dormitórios184%151%
4 dormitórios117%117%
Média194%159%
Fonte: Índice FipeZap
O Índice FipeZap é fruto de uma parceria entre a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e do site de classificados Zap Imóveis, e acompanha o preço do metro quadrado dos imóveis anunciados em seis capitais e no Distrito Federal.
Fonte: exame-seudinheiro




CONDOMÍNIOS BAIRROS


Por Ernesto Filippone* - Ilustração Zé Vicente

O espaço idealizado para morar está cada vez mais em pauta. As pessoas tem se informado sobre o mercado imobiliário e pontuado, de maneira assertiva, suas vontades e necessidades. Estes fatores estimulam a profissionalização do mercado e a administração das expectativas da compra, quase sempre considerada uma das mais importantes e complexas da vida. 

Pensando no cliente que sabe o que quer, a Cyrela tem se dedicado aos chamados condomínios bairros, já lançados em capitais como São Luis e Rio de Janeiro. No mercado carioca, onde acabamos de entregar o Reserva Jardim, primeiro condomínio do bairro Cidade Jardim e pioneiro neste conceito, a ideia foi bem aceita desde o início, tanto em termos de venda quanto depois de entregue, já como experiência de moradia.

Grandes condomínios recebem com facilidade diversos tipos de público - desde famílias, passando por jovens casais, até singles -, de forma que é possível ver diferentes estruturas familiares, morando lado a lado e todas as suas expectativas atendidas. 

Se uma obra já tem tanta complexidades, a que apresenta porte de bairro possui ainda mais. Por isso, a Cyrela conta com uma equipe de profissionais altamente capacitada para gerenciar todas as etapas do processo de construção. No início é feito um estudo sobre as necessidades da região - afinal, a incorporadora tem todo o interesse em melhorar a vizinhança. A ideia é que, antes mesmo de o empreendimento ficar pronto, itens como melhorias de acesso, redes de infraestrutura e esgoto, incluindo o paisagismo da área, estejam finalizados. Tudo isso para que os futuros condôminos também possam acompanhar o andamento das obras com mais conforto.

Hoje, temos uma certeza: tão importante quanto a parte técnica do empreendimento (como suas especificidades de engenharia) é a gestão de condomínio a ser feita no espaço pronto. Para isso, a Cyrela conta com a Facilities - empresa do grupo que faz a gestão de serviços em empreendimentos próprios e atua fortemente nestes espaços.  Isso porque academia, salão de beleza e espaços recreativos ganham vida logo cedo. Outro detalhe: com as obras iniciadas, é organizada uma sociedade civil, da qual a Facilities faz parte, junto a vizinhos e moradores da região, para tratarem dos interesses comuns. Afinal, uma grande obra traz grandes mudanças e todos precisam ser ouvidos.

Enfim, posso dizer que os condomínios bairros são uma realidade de sucesso e, acima de tudo, uma tendência.                                                                                
*Diretor de Engenharia da RJZ Cyrela

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

 

MERCADO IMOBILIÁRIO EM 2013.

Conheça quais as perspectivas para o ano.

Na segunda semana de dezembro, em um evento realizado pela Bloomberg, o CEO do HSBC Asset Management, Pedro Bastos, disse que os investimentos financeiros de 2013 estarão voltados para o Mercado Interno e que os mercados com mais potencial são: ações de empresas voltadas para o mercado interno, ativos estruturados e, ele, o mercado imobiliário.

No caso do mercado imobiliário, o investidor de pessoa física pode acessar este nicho não apenas pelos imóveis residenciais, mas também pelos fundos imobiliários - fundos com cotas negociadas em Bolsa que investem em imóveis corporativos: shopping center, galpões, grandes lajes.

Ou seja, o imóvel, mais uma vez, será o porto seguro para investimentos no próximo ano. Isto porque, investir neste mercado oferece menos riscos contra a inflação.

A perspectiva é de que, neste ano, haja um crescimento no Brasil, influenciado pelo aumento do consumo e de mais áreas para escritórios e galpões. A perspectiva também indica que os preços continuarão crescendo, em ritmo lento.

Para Basílio Jafet - presidente da Fiabci Brasil (Federação Internacional das Profissões Imobiliárias) e vice-presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) - afirma que o novo conjunto de medidas apresentada pelo governo brasileiro no inicio deste mês irá beneficiar o setor. Entre estas medidas, destacam-se:

- Desoneração da folha de pagamento: isto significa que agora, ao invés de serem pagos 20% do pagamento da contribuição das empresas para o INSS, os setores beneficiados pagaram apenas de 1% a 2% de seu faturamento. Ao tirar o tributo incidente sobre os trabalhadores, o governo busca estimular a geração de empregos no país e melhorar a competitividade das empresas brasileiras. 

- A redução do Regime Especial de Tributação (RET): o segmento da construção civil terá seu imposto reduzido de 6% para 4%, diminuindo assim os custos com a construção de novos imóveis.

Fonte: revistaexame
 


 
 
 


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

REVISÃO DE CUSTOS PIORA CENÁRIO PARA INCORPORADORAS.


Temporada de balanços mostra estreitamento das margens e desafios a serem vencidos pelo setor.





Fonte: valor-economico

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

CRISE DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO NÃO É DESCARTADA NO BRASIL.


FMI destaca possível bolha imobiliária no país e compara com os Estados Unidos que, em 2008, tinha pequena parte da população com dívidas no setor.


O Fundo Monetário Internacional (FMI), em relatório divulgado na sexta-feira (20/7), afirmou que o crédito no Brasil cresceu rapidamente nos últimos anos, mas os empréstimos em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) estão diminuindo desde 2008 e deve continuar relativamente baixo em relação aos padrões internacionais.
O documento aponta que a concessão de crédito ao consumidor tem aumentado fortemente, o que corresponde hoje a 46% do total, contra 23% em 2002. Diante deste avanço, o Fundo alerta para o endividamento dos consumidores, que excede 40% da renda.
O FMI destaca ainda os empréstimos imobiliários para a baixa renda e a forma de concessão, questionando se essas famílias conseguirão quitar as dívidas.
"Vejo que o FMI está fazendo esse alerta para o futuro, pois está comparando com o que já aconteceu nos Estados Unidos e na Europa. Aqui no Brasil, os empréstimos imobiliários respondem por apenas 5,5% do PIB, mas nos Estados Unidos, em 2008, o nicho também era pequeno e quando estourou a crise da dívida imobiliária, nem US$ 3 trilhões ajudaram e vários bancos quebraram", explicou Manuel Enriquez Garcia, presidente do Conselho Regional de Economia (CORECON) e da Ordem dos Economistas do Brasil.
Apesar do número ser baixo, Garcia diz que a política deveria ser modificada. "O governo não está dando ênfase ao investimento público e o privado está reduzindo porque a expectativa com o futuro está cada vez pior. Ao invés de estimular a poupar, o governo incentiva a gastar e é isso que chama a atenção do FMI".
A falta de estímulos à poupança está preocupando diversos economistas desde o início do ano. "O que cria riqueza ao país é o investimento. Alavancar os gastos só é bom no curto prazo", conclui.
De acordo com Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados, este ponto ainda não preocupa a economia brasileira. Para ele, antes dos consumidores de baixa renda deixarem de pagar o imóvel, eles vão parar de pagar outros bens, como os carros. Isso já vem acontecendo, com alguns deles tendo que devolver o veículo, mas é pontual. 
"Um fato que prejudicaria o setor imobiliário seria o aumento do desemprego. Por enquanto, o crédito imobiliário é muito baixo e os bancos são criteriosos, não dão crédito a qualquer pessoa como foi nos EUA", ressalta o economista.

No entanto, Vale aponta para possível afrouxamento por parte dos bancos públicos, que estão afoitos em estimular a economia. "No futuro, isso pode acontecer. Sempre acreditei que uma crise possível no Brasil viria do afrouxamento da regulação bancária, mas ainda estamos longe de qualquer coisa parecida com isso", completa.

Já a sondagem feita pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) sobre o mercado de crédito é positiva. A entidade antecipa os resultados que serão anunciados pelo Banco Central nesta quinta-feira (26/7). Segundo a Febraban, se os números se confirmarem poderá indicar que o esperado processo de retomada da economia já está em andamento.

A Federação mostra que o crescimento dos empréstimos para pessoa física deverá ser 1,2% em junho, em relação a maio. Já em relação à pessoa jurídica, a alta alcançará 2,7% na mesma base de comparação.




terça-feira, 31 de julho de 2012

INTERIOR PAULISTA JÁ É O MAIOR POLO DE CONSUMO DO BRASIL

Pela primeira vez na história, Região Metropolitana de São Paulo perde o posto.

Pela primeira vez na história, o Interior do Estado ultrapassou a Região Metropolitana de São Paulo no posto de maior mercado consumidor do País.
Nas cidades interioranas, o poder de compra deve somar este ano R$ 382,3 bilhões - 50,2% do total do Estado, contra R$ 379,1 bilhões (49,8%) da Grande São Paulo.
Especificamente, a Região Metropolitana de Campinas (RMC) está em 7o. lugar entre as que mais consomem no País - e sua participação estadual aumentou: a estimativa é que o total gasto com alimentação, habitação, transporte, saúde, vestuário e educação fique em 7,65% em 2012 na RMC. Há cinco anos, o índice era de 7,37%.
Campinas, porém, caiu no ranking nacional de cidades com o maior potencial consumidor. O município era o 9o. do Brasil onde as pessoas mais compravam em 2007 e deve passar para 12o. agora em 2012.
Os dados são da IPC Marketing, empresa especializada em mapear o potencial de consumo dos lares brasileiros. A consultoria projeta os dados com base nas contas nacionais e na estrutura de gastos da população medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Esses números são cruzados com informações paralelas, de outras fontes de pesquisa.
Tendência
O estudo consolida a tendência de desconcentração do crescimento econômico observada nos últimos cinco anos, com a perda de participação das cidades de grande porte no consumo total das famílias brasileiras, segundo o diretor da empresa responsável pela pesquisa, Marcos Pazzini.
“Na Região Metropolitana de Campinas ocorreu comportamento semelhante à Capital: as empresas se espalharam e migraram para as cidades menores, impulsionando o aumento da renda e ampliando o poder de consumo de quem vive nelas”, explicou Pazzini.
As famílias da classe B, com renda per capita de R$ 2.012 a R$ 6.563, puxaram a alta na região. Em 2007, elas representavam 45,13% do consumo na RMC e em 2012 devem ficar com uma fatia de 56,3%.
O movimento de avanço do Interior paulista não é um caso isolado, de acordo com o diretor. As capitais de todos os Estados têm perdido ao longo dos últimos anos participação no consumo brasileiro.
De fato, dez anos atrás, 36,7% do consumo das famílias estava nas 27 capitais. Em 2007, essa participação caiu para 33,1% e, neste ano, recuou para 32,4%.
Campinas Para o economista Laerte Martins da Associação Comercial e Industrial de Campinas (Acic), o fato de a cidade ter diminuído seu peso no mercado consumidor do Estado não significa que ela não esteja crescendo.
Ao contrário, a cidade tem uma expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 8,2% para 2012, bem mais que os 3% estimados para a RMC, segundo o economista.
“Dentro desta perspectiva, Campinas está com um crescimento espetacular do consumo. Dados do Ministério do Trabalho projetam um crescimento de 2,5% do salário médio do campineiro, o que representa um poder de compra maior. O que ocorre é que as cidades menores, como Indaiatuba, Vinhedo e Valinhos, têm um crescimento ainda mais acelerado', disse.
Ritmo de crescimento atrai empresas
É exatamente nos municípios do interior paulista, onde o ritmo de crescimento da renda é maior, que os empresários estão de olho para abrir novos negócios. A construtora Kallas, por exemplo, que sempre atuou no setor residencial, vai estrear no fim 2013 no segmento de shopping centers. E não será na Capital: o local escolhido foram as cidades de Campinas, Santos e Pindamonhangaba. Roberto Gerab, diretor-executivo da empresa, diz que houve dificuldade para encontrar um terreno na Capital, onde o número de shoppings já é grande. “Apareceu uma chance de investirmos em Pindamonhangaba, e ficamos animados com a ideia de sermos os primeiros a oferecer um shopping lá”, contou.
Campinas e região, por outro lado, já têm shoppings - mas são vistos como mercados de ponta e que servem de parâmetro para expansão de marcas e produtos. Por isso mesmo, a rede Lojão 25 de Março, que tem sede em Teresina, no Piauí, deve aportar ainda este ano na cidade, com um investimento de R$ 5 milhões e o objetivo de transformar a loja-piloto numa plataforma para a consquista do País. O diretor de Expansão da empresa, Alécio de Araújo, afirmou que Campinas foi escolhida como “ base de testes” pelo seu alto poder de consumo e perfil de consumidor. A loja-piloto será implantada na Rua 13 de Maio.

Fonte: rac




terça-feira, 3 de julho de 2012

IMÓVEIS > AINDA SEM SINAL DE BOLHA.

Há dez dias, o Banco Internacional de Compensações (BIS, na sigla em inglês), que funciona como banco central dos bancos centrais, divulgou análise em que adverte para a formação de uma bolha de crédito no Brasil.
Esse diagnóstico foi prontamente desmentido pelo governo Dilma e pelo Banco Central. O argumento central de defesa foi de que o estoque de crédito no Brasil é de apenas 50% do PIB e, mesmo com o forte crescimento dos financiamentos habitacionais (15,3% em 12 meses), a situação do crédito imobiliário no Brasil está longe de configurar perigo de formação de bolha.
Nisso as autoridades do Brasil estão carregadas de razão. Ainda não há sinais de crise no financiamento geral nem com o segmento do crédito imobiliário parecida com a que acontece nos Estados Unidos e em alguns países europeus, especialmente Irlanda e Espanha. O estouro da bolha do subprime, em 2007, nos Estados Unidos ocorreu quando as operações de financiamento hipotecário tinham descarrilhado para práticas condenáveis. Eram comuns os refinanciamentos hipotecários por quatro ou cinco vezes, só para prover dinheiro novo que o devedor poderia queimar no consumo.
Aparentemente, traumatizados pelos maus antecedentes dos Estados Unidos e da Europa, e impressionados com a rápida expansão do crédito no Brasil (crescimento médio de 13% ao ano), os analistas do BIS exageraram nos cuidados.
No entanto, não dá para esconder a disparada da inadimplência (calote) nos créditos para pessoas físicas, que saltaram de 6,4% em maio de 2011 para 8,0% em maio deste ano. E isso indica redução da capacidade das famílias de honrar compromissos financeiros aos padrões de hoje.
O Banco Central não apresenta estatísticas para a inadimplência específica do setor imobiliário, mas algumas avaliações dão conta de que também estão crescendo. E a relativa saturação do mercado pode contribuir, se não por um achatamento dos preços das unidades habitacionais para níveis inferiores ao avanço da inflação, pelo menos para uma redução da velocidade de valorização dos imóveis, situação que pode comprometer a qualidade da garantia (hipoteca).
Um dos fatores que concorrem para isso é o avanço dos preços de mercado por metro quadrado. Outro, a disparada do custo de construção. Em apenas 12 meses (terminados em maio), o custo da mão de obra saltou 11,5%. É, também, fato reconhecido que o Programa Minha Casa, Minha Vida está concorrendo para forte elevação dos preços dos terrenos urbanos. As dificuldades que as construtoras estão enfrentando para entregar os imóveis novos aos preços previamente indicados ilustram o que está ocorrendo.
Um terceiro limitador para a expansão do mercado imobiliário ao ritmo de hoje é o crescimento bem mais baixo da renda familiar, de cerca de 5% ao ano, como apontam os números do IBGE.
Para um financiamento de um apartamento de R$ 300 mil, por exemplo, com entrada de 20% e prazo de amortização de 20 anos, a prestação inicial é superior a R$ 3,1 mil e a renda familiar exigida é de R$ 10,3 mil. Quantas famílias brasileiras poderão enfrentar essas condições, num quadro de desaceleração do PIB?
Fonte: oestadão