RESERVA BOSQUE DOS JEQUITIBÁS.

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INÍCIO DE OBRAS!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

PREFEITURA TENTA REGULARIZAR 14 OBRAS QUE FORAM APROVADAS INDEVIDAMENTE.

Alternativas são para construções suspensas do condomínio da MRV e do Hipermercado Extra.

Imagem: pt.dreamstime.com
Representantes de cinco secretarias municipais entre elas, de Urbanismo e de Planejamento, que participam da aprovação de projetos imobiliários, se reuniram pela primeira vez nesta quinta-feira (8) com promotor do Ministério Público (MP) para tentar regularizar pelo menos 14 obras apontadas como irregulares. A promotoria considera que o prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT) seja responsável pela liberação de empreendimentos na cidade.
Nas investigações do MP e no levantamento da prefeitura, Campinas tem empreendimentos irregulares, como os condomínios de prédios da MRV, no Parque Jambeiro, da Construtora Goldfarb no Jardim Miriam e no Parque Prado, e o Hipermercado Extra ao lado da rodovia que liga Campinas e Mogi Mirim, que foram suspensas na semana passada.
As empresas devem à prefeitura documentos que comprovem que existe infraestrutura suficiente nos bairros. Em alguns casos não foi paga a taxa para construção de casas populares que é cobrada como contrapartida de empresas que participam do Programa Minha Casa, Minha Vida.
O processo de autorização de projetos começou a ser revisto após o prefeito ser notificado no mês passado. A promotoria apontou várias irregularidades na liberação de empreendimentos e considera que a aprovação de projetos é de responsabilidade do prefeito.
A proposta da administração é para tentar regularizar obras que foram apontadas nas investigações. O grupo de trabalho criado, publicado no Diário Oficial desta quinta-feira tem como objetivo reestruturar a Secretaria de Urbanismo, com representante da Secretaria de Habitação, Assuntos Jurídicos, Urbanismo, Planejamento e Desenvolvimento Urbano e Departamento de Informatização.
A MRV e o Extra Hipermercado afirmaram que estão tomando todas as providências para a regularizar a situação. A Goldfarb informou que não considera o empreendimento irregular e que já comprou a área loteada. Os secretários devem voltar a se reunir com o promotor para depois de fazer um levantamento sobre as obras.
Fonte: eptv.globo

sábado, 4 de junho de 2011

EMBARGO DA PREFEITURA DE CAMPINAS, DE OBRA DE CONSTRUTORA, PREOCUPA PROPRIETÁRIOS.

SUSPENSÃO DAS OBRAS DO CONDOMÍNIO FOI DETERMINADA APÓS IDENTIFICAÇÃO DE IRREGULARIDADES.



Proprietários de unidades do empreendimento Parque das Águas, da Construtora MRV, localizado às margens da Rodovia Anhanguera, no Parque Jambeiro, em Campinas, estão apreensivos após o embargo das obras feito pela Prefeitura nesta sexta-feira (3). No local das obras funcionários da construtora trabalharam normalmente e afirmam que não foram informados sobre a paralisação das obras.
João Henrique, que comprou um apartamento e já planejava a mudança para maio de 2012. "Fiquei preocupado porque a gente tem projeto de vida de casar, aí a obra aparece embargada e não é a segunda vez, é complicado", afirma. "Eles explicam de uma forma que não dá para entender. Me disseram que as obras foram embargadas e que era por motivo de problemas com a prefeitura, mas que a documentação estava toda certo. A preocupação que a gente tem maior é perder o que já foi investido", afirma Vanessa Sotto.
O Ministério Público diz que a MRV, construtora do condomínio informou ao poder público que a área já contava com a insfraestrutura obrigatória, o que não correspondia com a realidade. Mesmo assim, a Prefeitura aprovou a obra. Além disso, ainda há problemas em alguns projetos do Programa Minha Casa Minha Vida que teriam sido aprovados sem que a empresa tivesse pago uma taxa obrigatória usada na construção de casas para famílias carentes.
De acordo com o que foi publicado nesta sexta-feira no Diário Oficial, precisam ser analisadas soluções viárias, de drenagem, ambientais, entre outras. A equipe de reportagem da EPTV esteve na obra e viu os funcionários trabalhando normalmente nesta sexta-feira. De acordo com a prefeitura, os funcionários só trabalharam porque um representante da MRV se negou a receber a notificação que informava sobre o embargo da obra. Mas, na segunda-feira (6) está prevista a visita de um funcionário da Secretaria de Urbanismo para interromper a construção até que a solução deste problema.
A MRV informou que a empresa cumpriu sim com todas as determinações exigidas e que foram aceitas pela prefeitura e negaram que algum oficial de Justiça tenha ido até a obra para levar a notificação.
Fonte: eptv

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Queixas sobre demora na entrega de imóveis comprados na planta saltam 198% em três anos.


O número de reclamações sobre o setor imobiliário aumentou 198%, de 2007 para 2010, no banco de dados da seção Defesa do Consumidor do GLOBO. A demora na entrega dos imóveis novos é o principal alvo de queixas. Este ano a participação desse tipo de reclamação, em relação ao total de cartas sobre o setor, quadruplicou. São casos de consumidores que já contabilizam atraso até um ano e meio em relação ao prazo prometido para a entrega das sonhadas chaves da casa própria, informa a reportagem de Luciana Casemiro.
Quando o advogado Ricardo Alves comprou o apartamento, ainda na planta, num empreendimento da Klabin Segall em Botafogo, seus filhos gêmeos sequer haviam sido concebidos. Os meninos já têm dois anos e seis meses, a Klabin Segall já foi comprada pela Agre, que por sua vez foi encampada pela PDG, quase um ano se passou da data prevista de entrega e Alves ainda não pôs as mãos na chave do apartamento.

- O contrato já prevê a possibilidade de seis meses de atraso, o que eu nem vou discutir, mas esse prazo terminou em fevereiro. Por esse atraso, além dos seis meses, a empresa deveria me pagar uma multa mensal. No contrato, no entanto, há uma cláusula, que já vi igual em outras construtoras, de que se houver habite-se não é preciso arcar com a multa. Conclusão: a PDG conseguiu o habite-se em março, mas não há condições de moradia. Isso é abusivo - queixa-se Alves, para quem o Ministério Público deveria fazer para as construtoras um recurso semelhante ao feito para sites de venda on-line.- Se não conseguem terminar as obras, as construtoras deveriam ser proibidas de fazer lançamentos.
A PDG informa que em janeiro de 2011 iniciou o processo de unificação das marcas de suas unidades, como CHL e Goldfarb, adquiridas em 2007, e Agre, comprada em 2010, e concentra todos os esforços na entrega dos empreendimentos lançados antes das aquisições. No primeiro trimestre deste ano, a PDG diz ter entregue 56% da meta para o semestre, que é de 15 mil unidades no país. Em relação ao empreendimento Etage, lançado em Botafogo pela Klabin Segall em 2007, a empresa informa que a assembleia de instalação do condomínio foi feita em 25 de maio e acrescenta que todas as questões contratuais relativas a multas serão honradas.
A entrega do empreendimento Ventura, em Niterói, da Living, empresa do grupo RJZ Cyrela, estava prevista para novembro de 2009, mas o atraso não é o maior problema dizem os compradores. Na vistoria do imóvel, Débora Roseira e seu marido Rodolfo Fernandes encontraram mármore quebrado, vidro trincado, porta do banheiro solta, erro de caimento no box etc.
- O grosso foi consertado, mas, como iríamos fazer obra, decidimos receber logo. Mais sérios, no entanto, são os problemas nas áreas comuns, que vão de acabamento a projeto. Os corredores estão um horror, a área externa fica com poças, há paredes tortas, e as pessoas são obrigadas a andar pela mesma via dos carros, não há uma passagem alternativa. Além disso, cercaram o condomínio com grade, quando o projeto previa muro - diz Débora, informando que os compradores planejam contratar um perito para avaliar a construção.
A Living informa que vem mantendo contato com os proprietários do Ventura para solucionar as questões pendentes, caso a caso. Especificamente sobre o caso de Débora e Fernandes, informa que o apartamento foi aprovado em 5 de maio e as chaves, entregues no dia 11, tendo o mármore sido trocado. O vidro, explica, será trocado após a reforma.
Manuel Martins Afonso conta que esperava mudar-se para seu apartamento no London Green, da Gafisa, na Barra da Tijuca, em abril de 2010. Ele quitou o imóvel de R$ 400 mil em dezembro do ano passado, mas no dia 7 de abril percebeu que faltavam vários itens, de vasos a rodapé, passando até pelo alizar.
A Gafisa esclarece que a alteração no cronograma de entrega dos empreendimentos em atraso - além do London Green há o Quintas do Pontal, no Recreio, a Torre Hill Valley e o Fit Residence, em Niterói - ocorreram por motivos alheios a seu controle, como chuvas acima da média e a escassez de mão de obra. A construtora reforça que tem sido transparente com os clientes sobre os processos ainda necessários e os novos prazos para a entrega das unidades. No caso de Afonso, informa que a entrega das chaves foi feita em 26 de maio.
Rogério Jonas Zylbersztajn, vice-presidente da RJZ Cyrela, empresa com mais reclamações do setor no cadastro desta seção, assume que realmente tem havido atraso na entrega das obras, mas destaca que não é uma questão isolada, e sim um problema do setor, que vive uma "crise do crescimento".

Fonte: oglobo




quarta-feira, 18 de maio de 2011

TENDA DE CONCRETO.



ENGENHEIROS INVENTAM TENDA QUE VIRA CONCRETO QUANDO MOLHADO.
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Dois engenheiros britânicos inventaram uma tenda que, ao ser regada com água, se transforma em um abrigo de concreto. A invenção de Peter Brewin e Will Crawford ganhou diversos prêmios e já está sendo usada em países em desenvolvimento, como na Etiópia.
A tenda produzida pelos engenheiros é inflável. Do lado de dentro, há um revestimento de plástico, e por fora ela é feita com o tecido especial, que contém concreto. Uma vez inflada, a tenda é presa ao chão com pregos de metal. Em seguida, ela é regada com água, que não precisa necessariamente ser potável ou doce.

Em 24 horas, o tecido de concreto endurece e a tenda está pronta para ser usada. Os engenheiros estimam que com uma hora de trabalho duas pessoas conseguem erguer uma tenda que ocupa 54 metros quadrados.
Em prédios normais, a tenda pode ser perfurada e receber fiação, tomadas e luzes no teto. Eles dizem que as tendas são alternativas viáveis para campos de refugiados, já que os abrigos podem durar décadas, são a prova de fogo, podem ser fechados com portas e não atingem grandes temperaturas sob o sol.
CUSTOS: Atualmente o maior problema da invenção é o seu alto custo. Cada tenda custa US$ 16 mil (mais de R$ 25 mil).
Brewin admite que o preço é alto, sobretudo para entidades que trabalham em países pobres e possuem recursos limitados. O engenheiro diz que o problema do custo pode ser resolvido se houver maior demanda no futuro.
"Se nós estivéssemos produzindo em escala, nós poderíamos cortar substancialmente uma parte do custo. Mas para atrair esse tipo de pedidos, nós teríamos que já ter um preço mais barato agora", diz Brewin.

Fonte: oglobo


domingo, 15 de maio de 2011

PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA: A TOQUE DE CAIXA.

Programa promete milhares de unidades, mas especialistas criticam projetos.

Há um ano e meio, as margens da Estrada dos Palmares, na localidade dos Jesuítas, em Santa Cruz, eram um descampado com casas espaçadas. Nos últimos meses, no entanto, surgiram ali dezenas de prédios, com 2.718 unidades, que em breve devem receber cerca de dez mil moradores. Esta mudança está sendo operada pelo programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), do governo federal, que, em parceria com a prefeitura, pretende entregar cem mil unidades no Rio até 2016. Nos próximos dois meses, a expectativa é que 8.718 casas sejam entregues, entre elas as dos Jesuítas, somando 12.450 unidades até o fim do ano, segundo a Secretaria municipal de Habitação.



A chuva de números, no entanto, não impressiona a arquiteta Luciana Correa do Lago, do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (Ippur/UFRJ). Pelo contrário.
- Estão cometendo os mesmos erros da época do BNH. É uma velocidade de construção nunca vista. Mas, quase sempre, com má qualidade, em terrenos baratos para aumentar o lucro das construtoras, apartamentos de até 42 metros quadrados e distantes dos centros de trabalho e sem transporte - diz Luciana, lembrando que, do fim dos anos 80 até agora, foram mais de duas décadas de hiato de políticas habitacionais federais no Rio.
Transporte é problema para os moradores dos condomínios do Minha Vida da Estrada dos Caboclos, em Campo Grande. Eles começam a se reunir às 3h30m. Na escuridão de uma estradinha, caminham juntos, por mais de meia hora, até um ponto mais movimentado, onde há transporte para o trabalho.
Invasões de casas são comuns
- Aqui é longe de tudo, por isso saímos de madrugada. Nunca tinha ouvido falar da Estrada dos Caboclos antes de vir para cá. Sou de Realengo e gosto de lá. Se pudesse, voltava. Mas a minha casa foi condenada - diz Elisangela do Carmo, de 41 anos, que recebeu o apartamento em Campo Grande de graça, da prefeitura.

INFOGRÁFICOConheça a história dos conjuntos habitacionais



Fonte: oglobo

sábado, 14 de maio de 2011

CDHU vai construir 200 unidades habitacionais sustentáveis em São Paulo, com jardim no telhado e fachadas diferenciadas.


Até o final do ano começam a ser construídas 200 unidades habitacionais sustentáveis em Botucatu, no interior de São Paulo. Iniciativa da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), o projeto tem custo estimado de R$ 1 mil por metro quadrado, 25% acima do valor pela mesma área de uma unidade convencional. As casas de dois e três quartos - e com medidas entre 53 metros quadrados e 63 metros quadrados - são do escritório paulista 24.7 Arquitetura, vencedor do concurso "Habitação para Todos de 2010", promovido pela CDHU e voltado para a criação de novas tipologias para unidades de interesse social e sustentável.
Cada habitação conta com sistemas de exaustão de ar quente, massa térmica para aquecimento no inverno, paredes especiais que evitam perdas térmicas e pátio interno, além de proteções solares. A cobertura da casa foi planejada de forma que o morador possa acessá-la, através de uma escada, para plantar hortaliças. Diferentemente dos conjuntos tradicionais, o projeto também defende a heterogeneização das fachadas.



- Quando se pensa em conjunto habitacional é comum imaginar edificações iguais, sem qualquer diferenciação entre uma e outra. Neste projeto, as unidades podem ter suas partes externas revestidas por cimento vazado ou por outros materiais, como monoblocos ou paredes lisas. Também é possível investir em cores diferentes para quebrar a monotonia habitual - explica Giuliano Pelaio, um dos sócios do escritório responsável pela inovação.
Segundo Pelaio, 90% da sustentabilidade de um projeto é alcançado graças à correta interpretação climática do local; e não pela especificação de materiais ecológicos. "E neste projeto não foi diferente", afirma o arquiteto. Para se ter uma ideia, o formato alongado e estreito das casas garante a iluminação dos ambientes, já que, de acordo com a inclinação do sol, o formato quadrado ou retangular de certas dimensões impossibilitaria o alcance da luz em toda a sua extensão.


Fonte: oglobo

sexta-feira, 6 de maio de 2011

DICAS PARA QUEM VAI COMPRAR UM IMÓVEL NA PLANTA.




Quem compra um imóvel na planta economiza um valor correspondente a 20% a 30% na comparação com um apartamento pronto de mesmo padrão. Este é o desconto que se ganha para esperar o empreendimento ficar pronto - em geral, o tempo é de 36 meses. Além disso, há sempre o risco de o comprador não ter o seu bem entregue na data prevista e os casos de proprietários que receberam seus apartamentos com materiais diferentes dos que haviam sido prometidos pelo vendedor. Para ajudar os compradores de primeira viagem, o Morar Bem convidou um especialista no assunto: o vice-presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado do Rio de Janeiro (Creci-RJ). O especialista dá algumas dicas para as quais o consumidor deve ficar atento. Confira.
1 - Confira a localização do imóvel. Muitas vezes, as imobiliárias, ao venderem um imóvel, dão o endereço de seu escritório para que o cliente possa ver a maquete e as perspectivas do empreendimento. Mas é essencial que o pretendente a morador vá pessoalmente até o local para verificar se a construção está realmente em boa localização.
2 - Seja cauteloso. Sem pressa, observe a vizinhança e o acesso a estabelecimentos de comércio e serviços como hospitais, ônibus e metrô.
3 - Visite outros imóveis construídos pela mesma empresa. Converse com o síndico e os moradores sobre a qualidade do material empregado e da obra realizada e se os prazos foram cumpridos.
4 - Peça o memorial descritivo do imóvel. Tudo o que a construtora prometeu ou expôs em folhetos publicitários deve estar no contrato. Se não estiver, peça ao vendedor para incluir no documento.
5 - No Registro de Imóveis, verifique se existe o registro da incorporação do empreendimento. Tirando uma certidão negativa no Registro de Imóveis, certifique-se de que o imóvel não está hipotecado.
6 - Confirme na prefeitura se a planta do imóvel foi aprovada e se os dados correspondem aos que os vendedores lhe forneceram.
7 - Verifique se está em dia o pagamento dos salários dos funcionários que trabalham na obra e se o número deles permanece igual desde o início. Essas informações indicam se a incorporadora e a construtora estão bem financeiramente.
8 - Pesquise o custo do rateio de condomínio em prédios vizinhos, para ter uma ideia de quanto você pagará e evitar surpresas quando o seu imóvel ficar pronto. Lembre-se de que a despesa diminuirá se houver mais apartamentos no edifício e aumentará se o condomínio tiver piscina, parquinho, quadras etc.
9 - Se o imóvel for no litoral, verifique se você terá de pagar, além do IPTU, o laudêmio e taxa anual de ocupação à Secretaria do Patrimônio da União. Se não for no litoral, verifique se o imóvel não se encontra em outro tipo de área da União, o que implica o pagamento de outra taxa anual.
10 - Leia atentamente o contrato. Procure saber todos os seus direitos e também as obrigações da construtora. Especialistas podem ajudar a "traduzir" o contrato, item por item.
11 - Guarde todos os comprovantes de despesas que você teve por conta de um eventual atraso na entrega: recibos de aluguel, custo de guarda-móveis e até os prejuízos por ter adiado o casamento. Tudo isso vale na hora de negociar uma indenização.

Fonte: oglobo