RESERVA BOSQUE DOS JEQUITIBÁS.

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INÍCIO DE OBRAS!

terça-feira, 13 de março de 2012

DECRETO SUSPENDE EMISSÃO DE ALVARÁS EM CAMPINAS.


Restrição vale para obras de grandes empreendimentos, que precisam de estudos específicos.

A concessão de alvarás de aprovação e execução e a análise de viabilidade técnica de grandes empreendimentos em Campinas estão suspensos. Decreto publicado no Diário Oficial do Município pelo prefeito Pedro Serafim (PDT) determina a suspensão de análise e emissão de alvarás para todos os casos que necessitam de estudos próprios e valerá até que seja instituído o Grupo de Análise de Projetos Específicos (Gape), previsto para ocorrer em duas semanas. 

A decisão vai paralisar a análise de cerca de 40 estudos que tramitam na Administração e atingirão investimentos em conjuntos habitacionais agrupados verticalmente em um ou mais blocos ou grandes empreendimentos de comércio e serviço. Esses estudos são feitos pela Prefeitura e estão a cargo da Coordenadoria de Uso do Solo (CSU), da Secretaria de Urbanismo, informa o diretor do Departamento de Uso e Ocupação do Solo (Duos), Clóvis Martini. Eles dizem respeito, por exemplo, à comprovação de viabilidade técnica para o abastecimento de água e esgotamento sanitário na área onde o empreendimento será instalado, fornecida pela Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S.A. (Sanasa). 

Também exige estudo da capacidade viária, comprovada pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), para atender à nova demanda de tráfego a ser gerada pelo empreendimento. O grupo a ser criado, envolvendo várias áreas da Prefeitura, será responsável pela análise. O secretário de Urbanismo, Luiz Yabiku, explicou que a decisão de suspender temporariamente o trâmite para novos empreendimentos foi tomada pela necessidade de dar transparência aos atos administrativos relativos às análises e aprovação dos estudos. Como as análises e emissões de pareceres envolvem técnicos de diversas secretarias e autarquias e é preciso restabelecer regramento à tramitação dos procedimentos administrativos, disse, optou-se pelo decreto. 

A instituição do grupo de análise foi uma exigência do Ministério Público (MP) e faz parte do Termo de Compromisso e Ajustamento de Conduta (TCAC) assinado pela Prefeitura, pela empresa MRV e pelo promotor de Habitação e Urbanismo, Valcir Kobori, para permitir a liberação de empreendimentos embargados por irregularidades na aprovação. A Goldfarb, com empreendimentos embargados, ainda não assinou o TCAC. O termo previu uma série de mudanças nas aprovações de empreendimentos a partir de medidas de transição adotadas até que toda a legislação urbanística seja revisada e aperfeiçoada. O MP tem preocupação com a concentração de unidades habitacionais de interesse social (Ehis). A lei diz que essas unidades devem ocupar lotes com área máxima de 10 mil metros quadrados. 

Fonte: rac

  

quinta-feira, 8 de março de 2012

**10 DICAS PARA NÃO TER PROBLEMAS NA HORA DO FINANCIAMENTO.



O sonho da casa própria leva milhões de pessoas todos os anos a buscar financiamento, mas a realização deste sonho pode trazer muitas dores de cabeça. Cobranças de taxas inadequadas, taxa de abertura de crédito perdida se o crédito não for aprovado, vendas casadas e outros inúmeros problemas levam a muitas reclamações durante o ano todo. Para evitá-los, o melhor a fazer é estar bem informado.

Então confira as dicas e financie o seu imóvel sem problemas:
1- Escolha a modalidade de financiamento mais adequada para o seu perfil: financiamento bancário, consórcio, financiamento direto com a construtora;
2- Simule e analise o valor das primeiras às últimas prestações do financiamento em diversas instituições;
3- Faça as contas: analise qual é a sua reserva financeira, proveniente de FGTS ou outros investimentos, que possam servir para dar como entrada no imóvel; coloque em uma planilha todas as suas despesas principais e veja com o quanto você pode se comprometer para pagar as parcelas; 
4- Esteja ciente das exigências para obter crédito junto ao banco: a pessoa não pode apresentar restrições cadastrais em seu nome, e o valor da prestação mensal não pode ultrapassar 30% sobre o valor do salário líquido disponível, ou seja, após descontadas outras despesas fixas e/ou empréstimos. O ideal é aprovar o crédito antes de assinar o contrato de compra do imóvel;
5- Analise com um consultor de confiança os termos que desconhece no contrato;
6- Esteja atento à documentação necessária, tanto do imóvel, quanto do comprador e do vendedor;
7- Programe-se financeiramente para pagar as taxas extras: as despesas com cartório para escritura e registro, giram em torno de 2% a 3% do valor do imóvel. Além disso, há o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que gira em torno de 2% sob o valor total, dependendo do município;
8- Esteja ciente e seguro de que tem condições financeiras para assumir as prestações no prazo determinado. A inadimplência pode levar à perda do bem e de todo o valor investido nele;
9- Lembre-se: quanto maior é o prazo para quitar o financiamento, maior será a incidência de juros e o valor final pago pelo imóvel, portanto, utilize o FGTS ou outras reservas financeiras para abater a dívida ao longo dos anos;
10- Prepare-se para imprevistos: pense na estabilidade do emprego e verifique se, em caso da perda da ocupação, terá auxílio desemprego ou outra fonte de renda para quitar as parcelas.

PORQUE MUITOS CORRETORES DE IMÓVEIS NÃO VENDEM NOS PLANTÕES.


Corretor de Imóveis, uma profissão promissora em nosso país, que se encontra em desenvolvimento e crescimento econômico acelerado. Mas a maneira como algumas empresas, principalmente as grandes construtoras e incorporadoras, vem tratando seus corretores e principalmente estagiários, gera grande desconfiança a quem começa a carreira no mercado imobiliário.
Muitos corretores começam sua carreira em stands e lançamentos, com uma grande expectativa de vender vários imóveis e ganhar dinheiro. Porém, para muitos, a realidade não é nada agradável.
Estava atualizando meu perfil no facebook quando uma corretora me pediu algumas dicas, pois não estava vendendo à muito tempo; então expliquei que ela devia divulgar seus imóveis para atrair os clientes e que, hoje, existem varias ferramentas e sites grátis onde é possível divulgar seus imóveis sem gastar nada, até ai tudo bem.
Mas para minha surpresa a corretora falou que no plantão onde ela trabalha, de uma grande incorporadora, é bloqueada para os corretores a internet e o celular, e o que, eles são obrigados a fazer, é entregar panfletos na avenida e esperar o cliente vir, ou seja, transformada em entregadora de panfletos. Perguntei se o gerente fazia o mesmo e ela falou claro que não ele fica no plantão.
Resolvi compartilhar a dica que dei para essa corretora, pois pode ser útil para outros profissionais que também não estão vendendo e acham que o problema está neles, e não nas empresas, que exploram muitos corretores em um plantão, muitas vezes nos finais de semana, enquanto uma meia dúzia vende e os outros servem de entregadores de panfletos.
Exija ser tratado como um profissional e se imponha, veja se o seu trabalho esta refletindo nos seus ganhos; não faça trabalho para que outra pessoa venda; fique atento, pois muitas vezes você poderá ser usado para trazer clientes para outra pessoa e não receber nada por isso. Só entregue panfletos se você tiver certeza que o retorno virá para você, senão use outras formas de divulgar, como por exemplo: internet. Se a empresa não te der suporte, como internet no stand, caia fora, pois uma empresa que não valoriza o profissional não merece você. Muitas vezes as imobiliárias pequenas e médias são a melhor maneira de começar uma carreira no mercado imobiliário, pois tem menos concorrência e mais suporte na hora de fechar um negócio.
As grandes empresas investem muito dinheiro em publicidade e não necessitam que o corretor fique na rua atrás de clientes, então preste atenção se você não está sendo usado para trazer clientes para outro vender.

Fonte: Marketing&Publicidade

ÉTICA: “CLIENTE QUER FAZER NEGÓCIO COM CORRETOR DE IMÓVEIS HONESTO".

Caráter e honestidade devem reger a trajetória de um profissional no mercado imobiliário.

Qual o corretor de imóveis, que infelizmente não conviveu com a falta de ética de um colega? A maioria com certeza deve ter uma história para contar a respeito. “Durante minha vida profissional, convivi muitas vezes com este tipo de situação. Amigos, amigos até que o dinheiro entra no meio e as cabeças estão em jogo. Aí tudo muda e aquele seu colega perde a ética e rouba seu cliente, sua venda e a oportunidade que você construiu.

O mercado está cheio de profissionais assim, infelizmente”, relata o consultor organizacional e especialista em desenvolvimento pessoal, André Vinícius da Silva, que revela: 

“Uma das coisas que aprendi é que quando você tem princípios, seu caráter, atitude e comportamento não são afetados em relação ao que o outro faz. Isto quer dizer que se alguém for desonesto com você, não responderá na mesma moeda”, afirma.

A ânsia em conquistar o mundo sem se preocupar se vai passar por cima dos outros ou não, pode ampliar o mercado em um primeiro momento, mas aos poucos vai se estreitando até que encontre mais oportunidades, na visão do especialista. “ Isto acontece porque as coisas correm rapidamente e um cliente comenta com o outro até que todas as portas tenham se fechado”.

Honestidade acima de tudo 

Ao contrário, quando a honestidade é vista como prioridade, as coisas tendem a acontecer lentamente. “As portas começam a abrir e o mercado vai crescendo, porque da mesma maneira que as notícias ruins correm, as boas também chegam aos clientes e estes vão querer fazer negócio com quem é honesto”, garante André Vinícius.   

Fazer o certo sempre foi um bom negócio. “Persista em seu objetivo que logo as portas abrirão”, finaliza André Vinícius.

Fonte: Marketing&Publicidade

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

CONSTRUÇÃO CIVIL ATRAI INVESTIMENTOS EXTERNOS.



Apesar da crise econômica que vem assustando o mundo desde o final de 2008, o Brasil é um dos países que menos têm sofrido impacto financeiro. As boas expectativas para 2012 têm atraído investimentos estrangeiros em muitos setores e a bola da vez é a construção civil.
Júlio Monte Carlo, economista graduado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e filiado ao Conselho Regional de Economia de São Paulo (CORECON-SP), conta que, com a proximidade de grandes eventos esportivos que acontecerão no País – como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas em 2016 – combinados com o boom imobiliário brasileiro e a crise na Europa e nos Estados Unidos, tem se tornado cada vez mais evidente o interesse de bancos, empresas e fundos de pensões estrangeiros em investir em ações ligadas à construção civil no Brasil.
“Os potenciais investidores apostam sempre em mercados mais seguros, como o europeu e o americano. Mas, incrivelmente, a crise está fazendo muito bem ao nosso mercado e os investimentos estão tomando seu rumo em direção aos países emergentes, mas que possam oferecer alguma segurança. E o Brasil encaixa-se em todas essas características”, afirma o economista.

O atrativo na construção civil

Otávio Freitas, especialista em economia internacional pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), diz que os investidores estrangeiros encontram no Brasil uma oportunidade de aplicar seus investimentos e obter lucros mesmo em momentos financeiramente conturbados. Para ele, porém, os grandes atrativos que diferenciam o país de outros emergentes são sua situação social atual e também algumas medidas adotadas recentemente pelo governo.
Segundo ele, o país apresenta, hoje, um bom sistema político e econômico – em que é visível o aumento gradativo da classe média, juntamente com as facilidades provenientes do acesso ao crédito. O Brasil também possui um baixo endividamento e uma renda relativamente alta. “Os salários têm aumentado, mas, ao mesmo tempo, existe ainda uma defasagem quando se trata de habitação no Brasil. Além disso, as obras para os eventos esportivos e medidas governamentais, como a redução de 6% para 0% da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre aplicações de estrangeiros em títulos privados de longo prazo com prazos de vencimento superiores a quatro anos, são um prato cheio para o investidor”, afirma.
A expectativa, segundo informações da Câmara Brasileira da Indústria de Construção (CBIC), é que os investimentos estrangeiros na construção civil brasileira ultrapassem US$14 bilhões em 2012.

O investimento, de acordo com Carlo, é em médio prazo e envolve não apenas imóveis residenciais, mas também shopping centers e centros comerciais, cujo número tem aumentado muito no país. Apesar de ainda oferecer riscos, o investimento imobiliário apresenta altas taxas de crescimento e um retorno acima de mercados europeus e americanos.

Crescimento do setor

De acordo com dados da (CBIC), em 2011 a construção civil no Brasil registrou um crescimento de 4,8% em relação a 2010. As expectativas do setor para 2012 são ainda mais otimistas: acredita-se que o balanço será ainda maior, alcançando um crescimento de 5,2%.
Freitas conta que o Brasil é o segundo lugar no mundo mais procurado para investimentos em construção, perdendo apenas para os EUA. O economista aponta que a indústria tem se mantido em um ritmo mais forte do que o Produto Interno Bruto (PIB) e a tendência é que continue assim.
“O setor habitacional continuará se desenvolvendo em razão do aumento da renda e das facilidades de crédito.
Mesmo internamente, os investimentos nacionais em construção civil certamente aumentarão. Além disso, felizmente o Brasil, mais uma vez está tirando vantagem da crise financeira internacional e consolidando-se como um país propício a bons investimentos. Eu diria que 2012 é o ano da construção civil e também o ano do Brasil. Só precisamos tirar proveito para, de fato, avançarmos. A oportunidade está aí”, aponta.

Fonte: terra

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

'DIÁRIO OFICIAL' PUBLICA NOVAS REGRAS PARA O "MINHA CASA, MINHA VIDA".

O "Diário Oficial" da União publica em sua edição desta terça-feira (27) novos critérios para inclusão de candidatos no programa de construção de casas populares, cuja principal vitrine é o Minha Casa, Minha Vida, prioridade da gestão Dilma Rousseff.

Entre os itens listados no site do "Diário Oficial" , estão como fazer o cadastro, em quais situações é possível ser indicado para ser contemplado e os critérios de seleção do programa federal.

Entre as novas regras, informa a portaria do "DO", deverá ser reservado, no mínimo, 3% das unidades habitacionais para atendimento aos idosos.

A portaria é assinada pelo ministro das Cidades, Mário Negromonte.


Fonte: folha.com

sábado, 10 de dezembro de 2011

CONSTRUTORAS APONTAM SUAS OBRAS PRIMAS.


Um prédio, um condomínio, um bairro inteiro. A cada novo projeto, uma nova maneira de viver, trabalhar e consumir surge das pranchetas dos arquitetos e vai moldando, ao longo dos anos, a relação de cada um com a casa, o bairro, a cidade. No ano em que comemora seu 40° aniversário, a Ademi/RJ pediu a suas filiadas que escolhessem seu empreendimento favorito construído nos últimos 40 anos e criassem a exposição “Obra prima”, mostrando sua história. A mostra será exibida  para convidados, durante a entrega do Destaque Ademi Prêmio Master Imobiliário. Os prédios eleitos, que estão espalhados pela cidade, mostram um pouco das transformações por que o Rio foi passando nesse tempo.
Mas se são as construtoras as responsáveis pelas obras, as pessoas que escolhem essas edificações para morar são ora testemunhas das mudanças, boas e ruins, que cada empreendimento traz para seu entorno, ora protagonistas dessas histórias. Assim, fomos ouvir alguns dos que compraram ainda na planta o ideal de moradia vendido por quatro desses projetos.
Silvana Bianchi é ainda apaixonada pelo Parque Monjope, condomínio de luxo no Jardim Botânico, que há mais de 20 anos trouxe para a Zona Sul o conceito de empreendimento fechado com segurança e lazer. Já Virginia Almeida e Nadia Sotero brigaram muito para colocar em ordem o Quartier Carioca, no Catete, entregue há três anos com as mesmas características. O paulista Marco Antonio Alonso escolheu a Península, na Barra, para viver o seu Rio. E Margareth Ferreira construiu sua casa no Santa Mônica, condomínio do mesmo bairro dividido em dois: de um lado, o luxo das casas, e, do outro, prédios para a classe média.
Segurança e lazer atraem moradores há mais de 20 anos
Da bela residência da família Mariano, vizinha ao Parque Lage, ficou o imponente portal que ainda hoje serve como entrada para os moradores do Parque Monjope. Há 22 anos, quando foi lançado, ele foi dos primeiros condomínios de alto padrão na Zona Sul a incorporar conceitos como segurança e lazer. São seis prédios de cinco andares, voltados para o centro do terreno, de pouco mais de 10 mil metros quadrados. O projeto dos prédios e dos 60 apartamentos foi assinado pelo próprio Conde Caldas, dono da Concal, e hoje presidente da Ademi/RJ:
— Construí ali apenas metade do potencial construtivo do terreno, que era o maior da Zona Sul. Isso fez com que o empreendimento se tornasse o mais desejado de toda a região. Costumo dizer que os apartamentos ali não são vendidos. São comprados.
Os números confirmam: os apartamentos ali, hoje em torno de R$ 4 milhões, registraram valorização de 900%. Em parte, pela alta do mercado, mas também num reflexo das mudanças por que passou o Jardim Botânico desde o lançamento.
— Hoje, temos um polo gastronômico aqui, um bom supermercado. Está tudo muito chique. Quando abri o Quadrifoglio, poucos anos antes de me mudar para o Monjope, tinha que fazer mapa para as pessoas acharem a casa — lembra Silvana Bianchi, uma das primeiras moradoras do condomínio.
Início em condomínio nem sempre é fácil
Bem mais recente, o Quartier Carioca, construído pela CHL, hoje PDG, levou ao Catete a mesma ideia de condomínio fechado. O conceito, porém, era bem diferente. Onde antes havia uma concessionária de carros, ergueram-se oito prédios de 12 andares, em que vivem hoje mais de 800 famílias. A arquitetura lembra a de uma minicidade com vias de acesso arborizadas, um pequeno cinema, piscina, quadras de esporte e salões de festa separados por faixa etária. Infraestrutura que atraiu de jovens casais a idosos. Uma das primeiras a se mudar para lá, quando o prédio foi entregue há três anos, a psicóloga Virginia Almeida escolheu o empreendimento porque tinha acabado de se habilitar para a adoção de um bebê e queria um espaço seguro para criar o filho:
— A adoção só se concretizou em agosto deste ano. E foram os vizinhos que me ajudaram. Saí para buscar meu filho e, quando cheguei em casa à noite, tinha um kit com roupas, fraldas, mamadeiras, remédios e até uma médica.
A camaradagem entre vizinhos, porém, nem sempre prevalece. Membro do primeiro conselho do prédio, Virginia foi uma das moradoras que brigou muito para criar regras de convivência, como lembra a amiga Nadia Sotero, também membro do primeiro conselho:
— Viver em condomínio não é nada fácil. Ainda mais num tão grande. A gente precisou criar um código de ética e organizar a vida aqui.
E o empreendimento também mexeu com a vida de quem mora em seu entorno. O trânsito da rua, que abriga majoritariamente construções antigas, ficou ainda mais congestionado. Em compensação, começaram a aparecer novas lojas, restaurantes e até padarias de melhor qualidade.
— O projeto foi fundamental para a revitalização do Catete, antes visto como sub-bairro — acredita Marcos Saceanu, diretor de incorporação da PDG.
Na Península, hoje são dez mil moradores
Se os condomínios antes típicos da Barra começaram a fazer sucesso na Zona Sul, por lá surgiu um novo conceito, o de condomínio-bairro, como a Península, da Carvalho Hosken. Lançado há nove anos, o bairro foi construído numa área de 800 mil metros quadrados e tem hoje dez mil moradores nos 22 condomínios já prontos. Em um desses, o Saint Barth, a escolha da RJZ Cyrella, mora o empresário paulista Marco Antonio Alonso, que quando chegou à cidade, há dois anos, procurou de Ipanema à Barra, sua casa ideal.
— Foi o melhor custo-benefício e a melhor estrutura para minha família. Tudo o que precisamos está aqui dentro — conta Alonso, que comprou três apartamentos no local.
Já a arquiteta Margareth Ferreira, que há três anos construiu sua casa no Santa Mônica Jardins, lançado em 2005, morou em vários pontos da Barra e acompanhou seu desenvolvimento com o surgimento de novos condomínios, shoppings e a chegada de bons restaurantes. Mas o que mais a afeta é o transtorno trazido pelo trânsito, cada vez mais intenso:
— É o preço que se paga pelo desenvolvimento.

Fonte: oglobo