RESERVA BOSQUE DOS JEQUITIBÁS.

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INÍCIO DE OBRAS!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

DEMANDA POR CONDOMÍNIOS LOGÍSTICOS CRESCE ATÉ 40%.


Empresas de incorporação e administração de condomínios logísticos reportam crescimento de até 40% nas consultas por novos espaços e voltam a captar investimentos para projetos, tanto de caráter especulativo, como projetos feito sob encomenda, de olho na retomada do setor de logística e nos planos de expansão da indústria e varejo.

 A companhia americana Hines, que representa no Brasil o fundo de pensão dos funcionários públicos da Califórnia, um dos maiores do segmento no mundo, é uma das que estão ampliando a oferta de condomínios logísticos no País, com a entrega de três novos empreendimentos nos próximos dois meses, que totalizam 300 mil metros quadrados, em Manaus (AM), Cajamar (SP) e Belford Roxo (RJ). Nos últimos dois anos, a empresa ampliou seu portfólio no segmento de 300 mil a 1 milhão de metros quadrados. "Em 2010, continuaremos a investir em galpões logísticos e já temos investidores interessados", diz Eduardo Litterio, vice-presidente da Hines no País.
A alta demanda para locação nos imóveis já existentes é um dos sinais do aquecimento do mercado. "Menos de 5% do nosso portfólio está vago", aponta, embora ressalte que este ano o desempenho não foi tão bom quanto o do ano passado, quando a empresa alugou um total de 290 mil metros quadrados. Este ano, por conta crise, alugou menos, 110 mil m², mas já começa a sentir uma recuperação. "Começamos a sentir uma melhora a partir de maio", comentou. Entre os inquilinos dos imóveis da empresa, estão empresas como a DHL, Unilever, Adidas, Carrefour, Walmart, Ceva Logística, entre outros.
A Cyrela Commercial Properties, que acaba de anunciar Rafael Novellino na presidência, após a saída de Bruno Laskowsky, é outro exemplo da recuperação do segmento. No último trimestre a companhia zerou a sua taxa de vacância com a locação de 27,4 mil metros quadrados que ainda estavam vagos e aumentou o valor de locação de R$ 15,10 por m² para R$ 18.
Atualmente, a companhia está investindo R$ 90 milhões na construção de um galpão industrial na Dutra.
Na Região Sul do País, a Capital Realty também anuncia investimentos no Rio Grande do Sul e no Paraná. "Em 2010, esperamos crescer mais. Este ano teve um primeiro semestre meio parado. Estimamos algo em torno de 30%", avalia Rodrigo Demeterco, diretor da Capital Realty.
A empresa acaba de fechar contratos de locação com a Standard Logística e Iron Mountain em seu condomínio de Esteio, localizado na Região Metropolitana de Porto Alegre e já investe para atender a demanda crescente na região. "Ampliaremos o imóvel em 13 mil metros quadrados, com investimento de R$ 15 milhões", conta.

INTERIOR
A disputa por terrenos no entorno da Grande São Paulo tem acentuado investimentos em regiões vizinhas, como Campinas e Jundiaí. Por conta de novos projetos, a GR Properties espera dobrar de tamanho no ano que vem. Este ano, o faturamento será de R$ 50 milhões. "A demanda está alta. Há muitos investidores interessados, por conta da rentabilidade dos imóveis na planta, que chega a 40%, após a construção", afirma Guilherme Rossi, diretor presidente da GR Properties.
Segundo o executivo, a empresa tem recebido consultas de investidores variados. "Desde pessoas físicas de altíssima renda, que investem em imóveis a investidores institucionais, como fundos e grupos de investimento", diz. A empresa acaba de lançar um condomínio industrial em Jundiaí e aguarda a aprovação de um segundo em Campinas, que será construído na região do aeroporto Campo dos Amarais. Juntos, eles totalizam R$ 90 milhões em Valor Geral de Venda (VGV). Outros projetos vêm por aí: "Temos quatro terrenos num raio de 120 quilômetros de São Paulo, em negociações avançadas, para lançar empreendimentos na área industrial em 2010, que totalizam investimentos de R$ 200 milhões", conta.
O empreendimento que a empresa irá lançar em Campinas será feito em parceria com a incorporadora local INI2 Implantações Imobiliárias, que este ano registrou crescimento de 30% em sua divisão de gestão de propriedades. "Será um condomínio híbrido de galpões e escritórios, para atender empresas de tecnologia, call center e indústrias de alta tecnologia", descreve Augusto Manarini, sócio diretor da INI2.
A companhia também tem boas perspectivas no segmento de locação e está focada na comercialização de um empreendimento localizado na Rodovia que liga Campinas a Mogi Mirim, cujo valor de locação total é de R$ 19 milhões, ou R$ 2 mil por metro quadrado. O imóvel tem 10 mil m² de área útil, é dividido em 12 módulos e pode ser ampliado em 50% da área, utilizando o mezanino. "Posso atender empresas que queiram expandir até 418 m² de área", explica.

Fonte: http://www.dci.com.br/

 

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

LEI DO INQUILINATO PODE MUDAR REGRAS PARA FIADORES.


São promessas de facilidades. Mas as mudanças ainda precisam ser aprovadas pelo Congresso.

A Lei do Inquilinato pode mudar. São promessas de facilidades para proprietários, inquilinos e também para os fiadores. Mas as mudanças ainda precisam ser aprovadas pelo Congresso. Quando entrar em vigor, a nova lei deve mudar bastante a relação entre proprietários e inquilinos.


A experiência de ser fiador deixou traumas financeiros no servidor público Raimundo Nonato Fernandes. Ele foi surpreendido pelo oficial de Justiça com a desconcertante notícia de uma dívida de R$ 5 mil.

“Você tem que pagar um débito de uma coisa que não deve. Não comeu, não bebeu e não tem também, aí tem que parcelar. Financiei R$ 1,5 mil e parcelei o restante. Fui pagando para o proprietário aos poucos para me livrar do negativo do débito do meu nome”, lembra Raimundo Nonato Fernandes.

Se para quem quer alugar é uma dificuldade conseguir um fiador, para quem tem o imóvel disponível no mercado é um problema confiar na garantia. Isso porque a Lei do Inquilinato e o Código Civil não se entendiam sobre a responsabilidade do fiador, o que abria espaço para diferentes interpretações do juiz, deixando proprietários inseguros na hora de fechar negócio.

As mudanças aprovadas na Lei do Inquilinato deixam claro em que situações o fiador pode deixar de ser o responsável pelo aluguel na falta de pagamento por parte do inquilino. Se o imóvel estiver locado para um casal que se separou, o fiador tem de ser comunicado da separação no prazo de 30 dias e poderá deixar de ser o garantidor do aluguel. O mesmo acontece se houver renovação de contrato por prazo indeterminado.

Nos dois casos, se o fiador não quiser mais ser responsável pelo aluguel, terá que avisar o proprietário, mas só depois de quatro meses estará livre da obrigação.

“O locador deverá enviar uma carta, uma notificação ao locatário para que este indique uma nova garantia para a locação. Se ele não o fizer, se o locatário não apresentar uma nova garantia, corre o risco de ser despejado, inclusive liminarmente”, explica o presidente da Associação de Administradoras de bens, imóveis e condomínios/SP Rubens Carmo Elias Filho.

As alterações na lei também tornam a retomada do imóvel mais rápida no caso de o inquilino não pagar as dívidas. A expectativa de especialistas é que o prazo caia de 14 meses para menos de seis.

“Isso viabilizará a abertura de novas locações, reduzindo inclusive o valor dos aluguéis. Quanto mais oferta, menor o valor do aluguel. Isso traz vantagem para todos”, diz o presidente da Associação de Administradoras de bens, imóveis e condomínios/SP Rubens Carmo Elias Filho.

A Associação dos Administradores de Bens, Imóveis e Condomínios de São Paulo também acredita que a Lei do Inquilinato vai ajudar a reduzir os custos do seguro-fiança, além de contribuir para o aumento da quantidade de imóveis disponíveis para locação.

Já as associações comerciais querem que a lei volte a ser discutida, porque acham que ela pode prejudicar pequenos lojistas, que poderiam ser despejados rapidamente pelos proprietários dos imóveis, como os shoppings.

Fonte: http://www.G1.globo.com

CASA TRANSPARENTE.

Tecnologia permite levar o vidro a grandes áreas residenciais sem perder a privacidade.


Casas com vistas incríveis, como as localizadas à beira da praia ou no alto de montanhas isoladas, merecem trazer para dentro dos ambientes a beleza da natureza ao redor. Para isso, nada melhor do que contar com a transparência do vidro no lugar de pesadas paredes de alvenaria.


Perfeitas para integrar e ampliar ambientes, como fez Roberto Migotto, no projeto Casa Trancoso, e o escritório Libeskindllovet Arquitetos, na residência projetada à beira de um lago em São Luís do Paraitinga, as grandes folhas transparentes ainda trazem maior iluminação e ventilação aos projetos.

“Até mesmo uma escada com degraus de vidro pode ser usada para trazer leveza e amplitude a ambientes com dimensões reduzidas”, afirmam o arquiteto Fernando Oliveira, do escritório Szabó e Oliveira Arquitetura.

Casas com vistas incríveis, como as localizadas à beira da praia ou no alto de montanhas isoladas, merecem trazer para dentro dos ambientes a beleza da natureza ao redor. Para isso, nada melhor do que contar com a transparência do vidro no lugar de pesadas paredes de alvenaria.


Perfeitas para integrar e ampliar ambientes, como fez Roberto Migotto, no projeto Casa Trancoso, e o escritório Libeskindllovet Arquitetos, na residência projetada à beira de um lago em São Luís do Paraitinga, as grandes folhas transparentes ainda trazem maior iluminação e ventilação aos projetos.

“Até mesmo uma escada com degraus de vidro pode ser usada para trazer leveza e amplitude a ambientes com dimensões reduzidas”, afirmam o arquiteto Fernando Oliveira, do escritório Szabó e Oliveira Arquitetura.


                    Fachada de vidro em projeto do escritório Libeskindllovet Arquitetos.


Tecnologia a favor

Ao contrário do que se conseguia no passado, novas tecnologias já permitem que se use o vidro em grandes estruturas com mais segurança e facilidade de instalação. Mas é imprescindível que, antes de tudo, a chapa de vidro seja beneficiada de acordo com a necessidade da aplicação. Processamentos como laminação e têmpera são alguns dos recursos usados para conferir novas características ao material, aumentando sua segurança e resistência.

Pisos de vidro e guarda-corpos, por exemplo, devem ser laminados e possuir resistência superior, além de receber cuidados necessários para evitar trincas e compressão.


                   O projeto de Roberto Migotto traz a piscina para a sala por meio de panos de vidro e grandes aberturas.

Privacidade garantida

Mas se trazer a natureza para dentro de casa é desejável, o oposto nem sempre é uma boa ideia e, por isso, muito projetos acabam sendo colocados em risco por medo de comprometer a privacidade dos moradores.

Entretanto, já é possível contar com materiais impressos, que funcionam como texturas de um dos lados das chapas de vidro, que garantem a entrada de luz, sem mostrar o que ocorre dentro do cômodo.

“As texturas devem ser escolhidas de acordo com a necessidade do projeto: decoração, iluminação difusa, garantir privacidade sem escurecer o ambiente”, afirma Katia Sugimura, coordenadora de marketing da Saint-Gobain Glass.


                   A dupla Silvia Brawerman e Sofia Smaletz usou o vidro como recurso de iluminação e decoração para a fachada.

Fonte: Cáren Nakashima, especial para o iG/ bit.ly/4YUnlt

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

IMOBILIÁRIAS


Lopes prevê R$ 12,5 bi em 2010; meta do setor é crescer 15%


Depois de um período de redução dos lançamentos, as empresas do setor imobiliário voltam a anunciar previsões otimistas para o ano que vem, baseadas no bom resultado de vendas registrado em 2009. A expectativa é de que este mercado cresça de 10% a 15% em 2010, aponta o Sindicato da Habitação (Secovi-SP). "Este ano tivemos um número reduzido de lançamentos, porém as vendas terão crescimento de até 3,6%, na comparação com 2008", disse Celso Petrucci, economista- chefe da entidade.


Um exemplo é a Lopes, de consultoria imobiliária e com atuação em 11 estados, que divulgou ontem uma projeção de vendas de R$ 12 bilhões a R$ 12,5 bilhões em 2010. Em 2009, o valor geral de vendas da companhia será de R$ 9 bilhões.

A Arriola Administradora de Bens e Condomínios, que atua na região metropolitana, no interior e no litoral de São Paulo, prevê um crescimento de 30% no faturamento de 2010.

Em São Paulo, o índice de venda-sobre-oferta (VSO), que mede o desempenho das vendas em relação ao estoque de lançamentos disponíveis, bateu recorde em setembro e alcançou a marca de 30,8%. A previsão para 2009 era de 12%, mas no acumulado do ano registra média de 16,3%. "Por conta da crise, as empresas preferiram liquidar os estoques e lançar menos", ressaltou o economista do Secovi.

De janeiro a setembro deste ano, as 18 companhias de capital aberto do setor imobiliário lançaram R$ 13,4 bilhões e alcançaram R$ 16,4 bilhões em vendas. Nos dois anos anteriores, o volume total de lançamentos foi de R$ 26,4 bilhões e R$ 29,2 bilhões. Na cidade de São Paulo, devem ser lançados de 26 mil a 28 mil imóveis este ano, contra 34 mil no ano anterior, aponta a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp).

Embora otimista com as perspectivas do programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida", lançado em março pelo governo federal, o Secovi estima que o número de contratações pela Caixa Econômica Federal (CEF) não alcance a meta de 400 mil unidades prevista pelo banco. "Por conta de entraves ambientais e burocráticos, acreditamos que a entidade deva aprovar de 250 mil a 300 mil unidades em todo o País", declarou Flávio Prando, vice-presidente de Habitação do Secovi.

Fonte: DCI-Comércio,Indústria e Serviços
           Cynara Escobar

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

DICAS DE PROTEÇÃO!

1 - Dicas Institucionais
É recomendável que as instituições:
•Tenham uma Política de Segurança que reflita o pensamento da alta administração e Normas que a complementem.
•Definam que conhecimentos devem ser protegidos.
•Classifiquem documentos e materiais em graus de sigilo, conforme a legislação brasileira e normas internas.
•Revejam periodicamente normas, procedimentos e necessidades de proteção.
•Estabeleçam a proteção de conhecimentos sensíveis como função de todos na instituição, dando-lhes ciência de normas, treinando-os para os procedimentos adequados e sensibilizando-os para a necessidade de proteção, de maneira que conheçam suas responsabilidades e estejam aptos a cumpri-las.
•Façam, periodicamente, cópias de segurança (backups) dos arquivos e guardem-nas em local seguro e afastado dos computadores com os arquivos em uso.

2 - Dicas de Conduta
Contexto de trabalho:
•Permita o acesso a assuntos sensíveis somente a pessoas com necessidade de conhecê-los.
•Evite fornecer dados pessoais de colegas de trabalho ou informações sobre suas rotinas.
•Guarde documentos sob a sua custódia em locais seguros e trancados.
•Atribua grau de sigilo preliminarmente à elaboração de documento, para que o material e os rascunhos utilizados na sua produção recebam o devido tratamento.
•Ao tirar cópias de documento sensível, recolha o documento original e cuide para que cópias inutilizadas sejam apropriadamente descartadas.
•Certifique-se de que esboços, cópias e materiais subsidiários à produção de documentos sensíveis sejam devidamente destruídos, por fragmentação ou outro processo. A eliminação dos documentos propriamente ditos só deve ser realizada em conformidade com as determinações legais.
•Ao ausentar-se da sua sala, bloqueie seu computador e evite deixar documentos sobre a mesa.
•Após reuniões ou conferências que tratem de assuntos sensíveis ou sigilosos, verifique o ambiente para certificar-se de que não foram esquecidos: rascunhos, anotações, papéis e outros materiais.
•Cuidado com a curiosidade! Se não tem necessidade de conhecer assunto registrado em documento sigiloso, não o leia.

Usando os Recursos Computacionais
•Busque sem demora as cópias de documentos sensíveis na impressora.
•Avalie a necessidade de enviar informações sensíveis por correio eletrônico.

Usando o Telefone
•Não trate de assuntos sensíveis ao telefone.
•Evite fornecer informações pessoais suas ou de outras pessoas a desconhecidos. Informações aparentemente inúteis podem ser aproveitadas na elaboração de golpes, sequestros, roubos de informação e engenharia social.

Usando Senhas
•Use senhas com pelo menos 8 caracteres, misturando letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres não-alfanuméricos (#$@!&¨£«...).
•Não use palavras existentes em qualquer idioma, assim como números sequenciais ou datas.
•Evite anotar a sua senha.
•Não revele a sua senha a ninguém, nem mesmo a seus superiores.
•Substitua suas senhas com periodicidade proporcional à sensibilidade dos assuntos aos quais elas dão acesso. •Um método bastante utilizado para construir senhas difíceis, de fácil memorização, é utilizar as primeiras letras de uma frase. Exemplo: com a frase “O Brasil produz muito conhecimento que interessa a outros países”, teríamos a senha: OBpmcqiaop. Substituindo algumas letras por números e caracteres não-alfanuméricos, teríamos como senha: 08pmcq!@0p.

Usando Sistemas Portáteis de Armazenamento Digital
•Avalie criteriosamente que arquivos devem permanecer armazenados em laptops ou em outros dispositivos de armazenamento portátil, como pen-drives, especialmente em viagens.
•Mantenha-os sempre consigo ou guardados à vista, especialmente em lugares movimentados.
•Transporte o laptop em uma maleta comum, discreta, e com marca ou tarja que possa diferenciá-la. Em voos, transporte-o como bagagem de mão.
•Tenha cópias dos arquivos do laptop e guarde-as separadamente.
•Proteja os arquivos e sistemas sensíveis com senhas fortes.

Fora do ambiente de trabalho
•Evite conversar sobre assuntos sensíveis fora do ambiente e do contexto de trabalho.
•Evite ler ou manusear documentos sensíveis em locais públicos, como meios de transporte ou salas de espera.
•Avalie a necessidade de transportar para fora da instituição documentos sensíveis em papel, laptop ou outros meios.

Em viagens ao exterior e eventos sociais e profissionais
•Havendo necessidade de levar documentos sensíveis ao exterior, mantenha-os sempre consigo, não os despachando com a bagagem nem os deixando em quartos de hotéis.
•Durante viagens ao exterior, evite falar sobre assuntos sensíveis em quartos de hotéis, meios de transportes, restaurantes ou em outros locais públicos.
•Seja evasivo quando questionado por estranhos sobre o seu trabalho e a sua vida pessoal, desconfiando de “coincidências”, benefícios, facilidades e favores.
•Recuse, educadamente, convites para participar de eventos que possam colocá-lo em situações constrangedoras.

Recebendo Visitantes
•Fique atento para o comportamento de pessoas em visita à sua instituição, especialmente pessoas incluídas na última hora.
•Evite responder a perguntas que não estejam relacionadas ao objetivo da visita.

Relatando Incidentes Suspeitos
•Informe incidentes suspeitos.
•Relate “quem, o quê, onde e quando” em relatórios de viagem.
•Pense que um incidente isolado pode representar parte de uma operação de coleta de dados de maior abrangência.

Fonte: ABIN - http://bit.ly/58WfWq



FINANCIAMENTOS.

Empréstimos da Caixa para casa própria quase dobram em 2009, para R$ 39,3 bilhões

O volume de financiamentos imobiliários da Caixa cresceu 93% no período de janeiro a novembro deste ano sobre igual período do ano passado, totalizando R$ 39,3 bilhões. O resultado é R$ 15,7 bilhões superior ao que era estimado no início do ano.

Segundo balanço divulgado nesta quinta-feira pela Caixa, os recursos possibilitaram que 756.507 famílias comprassem a casa própria. Desse total, 42% estão na faixa de renda de até cinco salários mínimos. O valor médio financiado hoje na CAIXA é de R$ 69 mil.

Parte do resultado foi atribuído ao programa Minha Casa, Minha Vida, lançado no dia 13 de abril deste ano. Segundo a Caixa, já foram contratadas 176.379 residências, num valor superior a R$ 11,17 bilhões. São 102.585 moradias até três salários mínimos; 56.051 de três a seis salários mínimos e 17.743 para seis a dez salários mínimos.

O banco informou que foram recebidas 2.763 propostas até o dia 30 de novembro, o que corresponde a 567 mil moradias.

Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

CRÉDITO PARA INCORPORADORAS DÁ SALTO DE 39%.

O financiamento imobiliário, um dos alicerces da expansão do crédito no País em 2009, também está obtendo crescimento no setor de incorporação e construção. Segundo dados de mercado, o setor cresceu, neste ano, cerca de 39%, de aproximadamente R$ 23 bilhões em janeiro a um saldo total perto de R$ 32 bilhões em outubro, com R$ 9,4 bilhões em negócios no ano. Apostando no setor, o grupo Santander Brasil, chegou a um volume de negócios de R$ 3,2 bilhões neste ano, chegando à liderança do mercado, com 34% de participação.

Segundo a superintendente de Crédito Imobiliário para Pessoas Jurídicas da instituição, Alda Lucia Rosselli, já há uma retomada de crescimento depois de um período mais agudo de crise. "O mercado imobiliário brasileiro praticamente recuperou o ritmo de negócios de antes da crise. As incorporadoras retomaram seus projetos", analisa.

Como exemplo da recuperação do setor, a executiva diz que a instituição fechou um negócio de R$ 118 milhões com a incorporadora Syene para um projeto habitacional em Salvador.

O banco ainda vê possibilidade de fortalecer suas operações em outras regiões do País. Atualmente, os mais de 600 empreendimentos financiados estão localizados, majoritariamente, nas Regiões Sudeste, Sul e Nordeste. "Mas [a instituição] observa tendência de crescimento no centro-oeste, mais precisamente em Brasília, Campo Grande e Cuiabá, onde também atua", disse o banco, em comunicado.

O banco diz ainda ter sido responsável por 40% dos financiamentos para construção de imóveis em outubro. A posição privilegiada é creditada à velocidade na contratação nesses tipos de planos de financiamento. "Temos empreendido diversas iniciativas para estreitar ainda mais o vínculo com empresários, como oferecer especialistas para assessorá-los e aos clientes finais. Além disto, estamos promovendo constantes eventos para manter um canal próximo e aberto ", explica Rosselli.

FINANCIAMENTO HABITACIONAL

Dados do Banco Central indicam que o crédito imobiliário chegou a R$ 85,263 bilhões em outubro, um crescimento de 34,8% no ano. O saldo dos imóveis financiados pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo teve um crescimento de 43,5% no ano, a estoque de R$ 81,043 bilhões.

Segundo o BC, nesses dados não estão incluídos números de financiamentos à construção e incorporação imobiliária.
Nesse mercado, a Caixa Econômica Federal tem uma participação de 74,09%, com um saldo de R$ 62,8 bilhões ao fim de setembro. Durante divulgação de resultados trimestrais, a instituição revelou projetar ganho de market share no segmento em 2010, com uma previsão de crescimento inicial na casa dos 40%.

O Bradesco também quer ampliar sua presença no setor, com uma expansão que pode chegar a 70% no próximo ano, sobre a de dezembro de 2009, uma vez que a instituição planeja destinar R$ 6 bilhões a esse tipo de empréstimo. O saldo atual dessa carteira, somadas pessoa física e jurídica, é de R$ 7,2 bilhões, com projeção de chegar a R$ 8,5 bilhões ao fim deste ano. O total liberado no ano pode chegar a R$ 4,5 bilhões, por conta de um primeiro trimestre mais fraco decorrente da crise econômica. No ano, até setembro, a instituição tinha concedido R$ 3,1 bilhões em novos negócios imobiliários.

O Bradesco elegeu ainda o setor como um dos principais impulsionadores do crescimento do banco nos próximos anos. Isso porque o departamento econômico da instituição calcula uma representatividade do setor de 11,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em cinco anos, ante uma participação atual inferior a 3%.

Fonte: DCI- Comércio,Indústria & Serviços